sábado, 15 de agosto de 2015

3º Encontro de Detectoristas do Brasil em Santos!


Muito bacana a galera toda lá na praia do Gonzaga!

Eu não participei porque achei sacanagem, não ia ter pra ninguém! Hahahaha

Mas fui lá prestigiar a galera e conhecer o pessoal. Estava bem divertido e o povo é bem animado.

Seguem algumas fotos da parte da manhã na gincana do esquenta.














Agora já sei que ali no Gonzaga não vai dar pra caçar mais... não sobrou nem um lacrezinho!!!



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Caçada em 14/Agosto - Beluka Quiksilver e Patrick


Hoje eu voltei à caça. Outro dia maravilhoso de sol, mar verde, maré baixa, praia limpa...

Limpa até demais.

Fui no Posto 2 e não tinha nada lá. Só lacre. E bem poucos.

De repente, vejo um cara vindo pela praia com um Garrett Sea Hunter Mark II!!!!! Isso é bem raro por aqui.

E foi a grata surpresa de encontrar e conhecer o Patrick Alcantú de Jundiaí/SP e sua linda família, esposa e filha.

Ele veio à Santos para o encontro dos detectoristas. E eu nem estava sabendo. Também, tanto tempo longe, e nem o facebook eu estava vendo.

Como não consegui encontrar nada ali, voltei um pouco para o Canal 1 e aí sim.... achei um pedaço com alguma coisa!

Começou com um relógio Beluka Quiksilver Canvas Black, ainda funcionando e marcando o horário certo!  Só que no horário de verão!!!
Então deve ter sido perdido antes de 15 de fevereiro, que foi a data da virada do horário.
O vidro tá um pouco embaçado, mas fora isso, em perfeito estado.



Depois saiu um anelzinho de prata e depois algumas moedas, incluindo uma de 20 Cruzeiros de 1986. Devia estar lá há uns 20 anos pelo menos.




Bom, foi legal. Até a próxima!!

Caçada em 13/Agosto - O Retorno


E aí galeraaaaaaa!!   Voltei!!!!

Depois de 3 meses e meio de seca, sem ver a cara do meu PI Polonês, que tava cheio de pó.

Caramba, como isso é bom!  Tava com muita saudade!

Pena que para poder fazer isso eu tenha que ficar sem emprego... kkkkkkkk
Não se pode ter tudo, né?


Bom, eu aproveitei e fui com a nova bobina pequena que o meu amigo Luciano Detectors me arranjou.




Eu queria mesmo uma bobina menor. Primeiro para aumentar a sensibilidade à metais pequenos como correntinhas e anéis e depois porque eu não preciso de profundidade. Se pegar em até 15 cm tá ótimo!

Bom, o resultado de hoje tá aí embaixo.  Não foi grande coisa.
Mas o mar...  ah, o mar. Estava lindo, o dia estava lindo, e eu estava feliz. E isso que importa.



sábado, 25 de abril de 2015

Caçada em 23 e 24/Abril - Gold Bye!



Dois dias caçando.


Quatro horas por dia = Oito horas de empenho, suor e cansaço.


Dias e dias de preparação, consertando o PI, regulando, testando e fazendo modificações para torná-lo mais sensível e melhor, e também reforçando o sand scoop.


Um minuto de concentração para absorver a boa sorte do cosmos.


 E... NADA!


Não sei o que está acontecendo...

Não sei se sou eu, o meu humilde PI Polonês, ou aqueles banhistas que não perdem nada de valor. 

NÃO TEM GOLD! NEM SILVER! NEM NADA! SÓ LIXO!

Não deu nem 5 reais de moedas.  E ainda peguei algumas antigas dos anos 70,  um monte de bijú e todos os lacres de champanhe do reveillon de 2014.

Essa desgraça, assim como os lacres de latinha, apitam que é uma beleza!  Parece que são pequenas usinas eletromagnéticas, que interferem até na comunicação via satélite. Alguém deveria estudá-los!  Alô cientistas de plantão!!






Muito frustrante. O pior é que foram minhas últimas oportunidades.  Provavelmente vai demorar até que eu consiga voltar a detectar.

É que a partir do dia 27 estarei trabalhando, coisa que não fazia desde dezembro por motivo de força maior. Provavelmente culpa da Dilma.

Agora vão ser raras as chances. Só se for à noite, o que acho perigoso.

Enfim...  se as alianças que encontrei no início do meu hobby foram sorte de principiante, provavelmente a sorte vai voltar. Um dia. Assim como eu.

Por enquanto,  até breve caçadas.


terça-feira, 14 de abril de 2015

Caçada em 13/Abril - Dia dos Óculos


Para variar um pouco eu fui na praia do Gonzaga.  Como lá tem hotéis de nível mais alto que as pousadas fuleiras do José Menino, talvez a qualidade dos achados fosse melhor.

O Gonzaga é um bairro praiano de Santos e fica entre os Canais 2 e 3.  É um bairro mais comercial, que dispõe de shopping centers, bancos, muitas lojas, cinemas, bares e restaurantes.
Gira em torno de uma das principais avenidas de Santos, a Av. Dona Ana Costa, e a famosa Praça da Independência com o monumento em homenagem aos irmãos Andrada, entre eles o santista José Bonifácio de Andrada e Silva, do qual sou um admirador incondicional.

O nome do bairro "começa com Antônio Luiz Gonzaga, que morava na barra, na chácara de George Holden. Muito esperto, não perdeu tempo: quando os trilhos da Empresa de Bondes Vila Mathias atravessaram a chácara, montou um botequim no trajeto.

Não demorou muito e o boteco ficou conhecido como Ponto do Gonzaga, pois lá os passageiros se abrigavam do sol e da chuva e deixavam encomendas. Até que os letreiros dos próprios veículos acabaram indicando apenas Gonzaga. Todos que por lá passavam costumavam dizer que iam ao Gonzaga e não à praia. Pronto: o bairro estava batizado." (Fonte: Novo Milênio)




Até que rendeu bastante. Não teve nada de valor, mas foi legal.  

Eu nunca tinha achado tantos óculos! KKK   
Foram 3!  Um rayban falsiê, um de surfista pobre, e uma armação Ana Hickman, toda torta e sem as lentes.

Também achei a fechadura que o Poseidon jogou fora quando trocou a tranca da porta do mar. E duas bijoux, além dos 7 reaus em moedas.
E os lixos de sempre.

Com certeza vou voltar lá na próxima vez. Acho que tem um bom potencial.



Também tive a feliz oportunidade de conhecer o Luciano Detectors, que me viu e veio falar comigo, um pobre iniciante.  Luciano, foi um prazer!  Quem sabe um dia vamos caçar juntos, aí vc me ensina alguma coisa!


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Bobina quebrada e infiltração no cabo


É isso mesmo... a bobina do meu PI tá fu.....

Percebi que toda vez que entrava na água, a sensibilidade diminuía 90%.  Só dava para achar alguma coisa se encostasse na bobina, mais de 5 cm não detectava nada.

Mas no seco funcionava que era uma beleza!

A ideia de infiltração ficou mais clara quando decidi mexer no cabo dentro da água, e a sensibilidade variava e às vezes até ficava boa.

O sintoma é resultante da criação de uma resistência em paralelo com a bobina, causada pela água salgada que é condutiva.

Então parte da energia que deveria ir para a bobina é desviada por essa resistência, diminuindo a intensidade dos pulsos.  Quando o fio seca, a resistência aumenta e a bobina passa a funcionar como deveria.




Então só tinha um jeito, partir pra cirurgia!  

Quando desmontei também descobri que o mancal que segura a bobina na haste também estava quebrado.  Que saco!

Munido de uma minidrill escavei em torno do cabo até onde deu, e o cabo estava mesmo ressecado e quebrado.  Fui indo e cavando um canal, até que a parte ruim estivesse removida.

Comprei um cabo novo, desta vez com blindagem, usado em microfones. Soldei o cabo nos restos que ficaram na bobina e para garantir ainda encapei o cabo com espaguete térmico. A blindagem foi soldada no negativo da bateria e servirá para repelir interferências eletromagnéticas no cabo. Ou seja, impede que o cabo se torne uma antena.

Espaguete térmico é uma capa para fios, que ao ser submetida ao calor encolhe e se fecha sobre o fio.
Com isso é mais uma proteção para o cabo.
Sobre as soldas, ainda protegi com cola quente.

Depois usei massa plástica automotiva para cobrir tudo e fazer um novo "bico" de saída do cabo.
Mais um pouco de cola quente e pronto.
No mancal quebrado usei cola super-rápida e fiz um reforço com a massa plástica. Ficou bem firme.




Depois foi só lixar tudo.  Pintei com tinta spray grafite e ainda por cima passei 2 demãos de resina para piso que tava sobrando em casa.

Não vai ser por falta de proteção.  Se entrar água de novo vai ser milagre!




Tá...  não ficou tão bonito, mas tá bem protegido.


Agora é testar!  Se der vou hoje mesmo!




segunda-feira, 6 de abril de 2015

Caçada em 06/Abril - Vento, Ventania...


Vento, ventania, me leve para as bordas do céu
Pois vou puxar as barbas de Deus
Vento, ventania, me leve para onde nasce a chuva
Pra lá de onde o vento faz a curva

Me deixe cavalgar nos seus desatinos
Nas revoadas, redemoinhos
Vento, ventania, me leve sem destino

Quero juntar-me a você e carregar os balões pro mar
Quero enrolar as pipas nos fios
Mandar meus beijos pelo ar

Vento, ventania,
Me leve pra qualquer lugar
Me leve para qualquer canto do mundo
Ásia, Europa, América

Hoje o tempo estava assim... uma ventania danada e um bom chuvisco para acompanhar. Eu não estava de Biquini Cavadão, e nem ia pegar bem! KKKK

O clima atrapalhou um pouco, mesmo com maré baixa o mar estava muito mexido e não deu pra ficar muito tempo na beira.



De qualquer forma deu tempo de achar esse RayBan original a 30 cm!  A lente tá excelente, mas a armação (made in Italy) está quebrada e torta... uma pena.

Resolvi fazer um tour pelo areião do José Menino. Quem sabe eu dava mais sorte...

E até que as moedinhas começaram a sair!  Muitos lacres como sempre (os 46 que estão na foto é só a metade do que achei, porque o resto não me animei a abaixar pra pegar), e foi só.  Resultado de 3 horinhas de diversão.

Continuamos com a campanha contra as latinhas providas de anel de abertura!  Ajude escrevendo para os fabricantes! Ambev, Coca-Cola e outras!

Até a próxima!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Carta à Coca-Cola - Lacres de Latinha

Amigos Detectoristas,

No embalo dessa campanha, acabo de enviar a carta abaixo também para a Coca-Cola.
A carta é bastante similar à enviada para a AMBEV, com poucas alterações.

Espero sinceramente que me ajudem a compartilhar, divulgar e criar um movimento de repúdio aos lacres.



Unidos podemos muito!  Juntos teremos voz!
Vc que tem amigos na imprensa, ou no governo, ou nos fabricantes, ou conhece ONGs que possam acreditar nesse conceito,  faça contato. Explique e venda essa ideia.


"Olá!

Vi no seu site que há uma preocupação da empresa em aprimorar as embalagens para que sejam recicladas e atendam as disposições da política nacional de resíduos sólidos. Muito bem! Isso é importantíssimo. 

Entretanto, há uma situação grave ocorrendo bem sob os nossos narizes e que tem sido um mal causado há muitos anos.  Parte culpa de nós, consumidores, e parte culpa de vcs fabricantes.

Meu intuito é alerta-los de que, apesar das latinhas estarem sendo em grande parte recicladas, há uma parte importante, que têm poluído o meio ambiente.

Como podem ver em meu cadastro, sou morador de Santos/SP, e tenho como hobby o Detectorismo.  O detectorismo é a prática de procurar objetos metálicos na natureza, seja campos, rios, praias, florestas, etc, munido de um aparelho detector de metais.

Faço parte de um grupo que tem crescido bastante nos últimos anos e que tem adeptos no mundo inteiro.

Nosso grande inimigo e a maior "praga" que enfrentamos na prática de nosso hobby, é o Lacre de Latinha.  Aquele pequeno anel de alumínio que se usa para abrir a latinha, seja de refrigerante, suco ou cerveja.

Ocorre que todos nós detectoristas, e creio que eu posso falar em nome de todos, encontramos esses lacres aos milhares, em qualquer lugar, em todos os recantos que vamos.  Mesmo nos mais longínquos e isolados. É verdadeiramente um flagelo anti-ecológico, que polui, suja e enfeia.

Em todas as incursões que faço, encontro no mínimo 50 lacres.  Muitos eu acabo deixando para trás, pelo cansaço e frustração de encontra-los e recolhe-los. Meus amigos detectoristas os encontram às centenas.
Cavar um buraco, às vezes de até 30 cm, perder tempo e esforço para finalmente descobrir que se tratava de um lacre, é realmente frustrante.

Em Santos, as praias estão coalhadas desse objeto.  Um verdadeiro horror.
E acreditem, os melhores e mais caros detectores de metais identificam esse objeto como se fosse ouro.  É muito mais sensível a ser detectado do que uma moeda de 1 real, que é bem maior e mais pesada.

Como disse, isso é parte ignorância do consumidor, que o remove e joga em qualquer lugar, e parte culpa dos fabricantes, que não se dedicaram a fazer um produto cujo recipiente fosse íntegro e impossível de ter essa parte removível.

É lógico que o não uso de alumínio ainda está distante, mas acho que os engenheiros poderiam se dedicar a melhorar a embalagem atual, pensando também neste tipo de impacto ambiental.  E esse tipo de lacre já teve a sua época e já causou muita poluição. 

Está na hora de mudar! De ser mais consciente, e pensar que um pequeno detalhe como esse está fazendo um grande estrago em nossas praias.

Se quiserem conferir o resultado de minhas coletas, ou como costumamos chamar, "caçadas",  entrem no meu blog:  http://detectorsantista.blogspot.com
Há fotos de tudo que eu coleto. Inclusive dos famigerados lacres.

Há muitos grupos no Facebook, blogs, e videos no Youtube à respeito desse hobby.  É claro que a maioria prefere postar fotos de seus achados valiosos, mas todos, sem exceção, encontram lacres por toda parte, aos montes!

Por favor,  podem dedicar um tempo a esse assunto?  Podem inventar um novo meio de abrir uma lata sem esse anel? Podem ser inovadores e realmente fazer algo em prol da natureza?

Qualquer dúvida, estou à vossa disposição, inclusive para acompanhar qualquer representante da Ambev em uma visita em nossas praias para verificar o que estou relatando.

Grato por toda a atenção dispensada.  

Abraços."

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Carta à AMBEV - Lacres de Latinha




Bem gente, depois de verificar este problema na prática, e sofrer na pele a frustração que é recolher centenas de lacres de latinha, resolvi escrever para a empresa que é a segunda maior cervejaria do mundo e a maior empresa da América Latina, a AMBEV.

Ela, juntamente com os consumidores ignorantes e inconsequentes, que jogam esses lacres em toda parte,  tem parte dessa culpa. Pois fabricam o lacre e o sistema que permite que eles sejam removidos.

Então postei o texto seguinte em seu site, no Fale Conosco.

Se puderem, compartilhem e divulguem, inclusive para outros fabricantes.  Alguém tem que ouvir e tornar esse assunto mais importante e virar uma meta de mudança.

Afinal, não somos somente nós, detectoristas, que estamos sendo impactados. É um problema sério de poluição ambiental. E pode ser parado em pouco tempo, se houver um esforço para isso.


"Olá!

Vi no seu site que há uma preocupação da empresa com o meio ambiente, com metas ambientais e ecoeficiência. Muito bem! Isso é importantíssimo.


Entretanto, há uma situação grave ocorrendo bem sob os nossos narizes e que tem sido um mal causado há muitos anos.  Parte culpa de nós, consumidores, e parte culpa de vcs fabricantes.


Como podem ver em meu cadastro, sou morador de Santos/SP, e tenho como hobby o Detectorismo.  O detectorismo é a prática de procurar objetos metálicos na natureza, seja campos, rios, praias, florestas, etc, munido de um aparelho detector de metais.


Faço parte de um grupo que tem crescido bastante nos últimos anos e que tem adeptos no mundo inteiro.


Nosso grande inimigo e a maior "praga" que enfrentamos na prática de nosso hobby, é o Lacre de Latinha.  Aquele pequeno anel de alumínio que se usa para abrir a latinha, seja de refrigerante, suco ou cerveja.


Ocorre que todos nós detectoristas, e creio que eu posso falar em nome de todos, encontramos esses lacres aos milhares, em qualquer lugar, em todos os recantos que vamos.  Mesmo nos mais longínquos e isolados. É verdadeiramente uma praga anti-ecológica, que polui, suja e enfeia.


Em todas as incursões que faço, encontro no mínimo 50 lacres.  Muitos eu acabo deixando para trás, pelo cansaço e frustração de encontra-los e recolhe-los.

Cavar um buraco, às vezes de até 30 cm, perder tempo e esforço para finalmente descobrir que se tratava de um lacre, é realmente frustrante.

Em Santos, as praias estão coalhadas desse objeto.  Um verdadeiro horror.

E acreditem, os melhores e mais caros detectores de metais identificam esse objeto como se fosse ouro.  É muito mais sensível a ser detectado do que uma moeda de 1 real, que é bem maior e mais pesada.

Como disse, isso é parte ignorância do consumidor, que o remove e joga em qualquer lugar, e parte culpa dos fabricantes, que não se dedicaram a fazer um produto cujo recipiente fosse íntegro e impossível de ter essa parte removível.


É lógico que o não uso de alumínio ainda está distante, mas acho que os engenheiros poderiam se dedicar a melhorar a embalagem atual, pensando também neste tipo de impacto ambiental.  E esse tipo de lacre já teve a sua época e já causou muita poluição. 


Está na hora de mudar! De ser mais consciente, e pensar que um pequeno detalhe como esse está fazendo um grande estrago em nossas praias.


Se quiserem conferir o resultado de minhas coletas, ou como costumamos chamar, "caçadas",  entrem no meu blog:  http://detectorsantista.blogspot.com

Há fotos de tudo que eu coleto. Inclusive dos famigerados lacres.

Há muitos grupos no Facebook, blogs, e videos no Youtube à respeito desse hobby.  É claro que a maioria prefere postar fotos de seus achados valiosos, mas todos, sem exceção, encontram lacres por toda parte, aos montes!


Por favor,  podem dedicar um tempo a esse assunto?  Podem inventar um novo meio de abrir uma lata sem esse anel?


Qualquer dúvida, estou à vossa disposição, inclusive para acompanhar qualquer representante da Ambev em uma visita em nossas praias para verificar o que estou relatando.


Grato por toda a atenção dispensada.  


Abraços."

Tábua de Marés em Santos para o Abril/2015


Para você que detecta em Santos e São Vicente, ou que pega onda, ou que gosta de catar conchinhas, veja a tábua de marés para o mês de Abril.

Este mês a maré baixa terá seus picos na primeira quinzena, e serão os melhores dias para detectorar.

Clique na imagem para ampliar.





Fonte: Climatempo

Caçada em 31/Março - Fechando o Mês


Para fechar o mês de março com chave de...  LIXO???





Este mês realmente foi uma decepção.   Marés extremamente altas, e achados extremamente baixos.

Estou quase certo que meus primeiros achados, entre eles algumas alianças de prata e ouro, foram é SORTE DE PRINCIPIANTE!

Será?

Tenho notado que, por estar ficando mais experiente, estou ficando mais rápido.

Por incrível que pareça, talvez isso esteja atrapalhando ao invés de ajudar. Talvez esteja passando por cima de sinais mais fracos sem perceber, ou ficando menos detalhista.

O que você acha?   Comente!

Tento ao máximo respirar fundo e ir mais devagar, mas a gana de cavar mais e procurar menos acaba vencendo.

Também a questão da maré é muito importante.  Este mês não houveram marés com menos de 40 cm, e em Santos com essa altura a faixa de depósito fica sob a água.
Ontem foi o primeiro dia que consegui uma maré com 30 e poucos cm, e isso dá uma enooorme diferença!

10 cm é muita água!!  E abril promete marés mais baixas na primeira quinzena...  vamos ver.





terça-feira, 31 de março de 2015

Os detectores de metais são seguros para portadores de marca-passos?



Esta é uma questão importante e que deve ser levada em consideração.

Será que portadores de marca-passo, podem praticar o detectorismo?

Os marca-passos são aparelhos projetados para realizar a estimulação cardíaca em caso de descompasso ou disritmia.
Eles monitoram os batimentos cardíacos e, se o ritmo do coração sofrer alteração, estiver irregular ou muito lento, libera pulsos elétricos que normalizam o compasso.

O detalhe é que o marca-passo é implantado dentro do corpo do paciente, juntamente com um cabo-eletrodo que é conectado ao coração, e se ele pifar ou falhar, certamente não teremos um resultado agradável.




Bem, vamos ver a seguir o que tem a dizer o Sr. Dave Johnson, projetista-chefe da First Texas Products, fabricante dos detectores Fisher, Teknetics e Bounty Hunter.

Como eu sei que você não vai ler até o fim, dou um resumo primeiro:

Há raros relatos de interferências, entretanto, o bom-senso diz que é melhor não facilitar e nunca aproximar a bobina de pesquisa de um dispositivo deste tipo.


"Saber se detectores de metais apresentam algum problema de segurança em relação aos marca-passos é uma questão que temos dado muita atenção ao longo dos anos. Não temos conhecimento de qualquer relato que um detector de metal do tipo hobby tenha interferido com marca-passos ou outros dispositivos eletrônicos médicos, ou que tenha qualquer outro efeito nocivo para a saúde.

O campo magnético ao qual um detector de metal de hobby expõe o utilizador durante o uso normal é muito mais fraco do que o campo geomagnético que nos rodeia, e muitas vezes mais fraco do que as ondas de rádio eletromagnéticas próximas de um transmissor ou rádio tipo Faixa Cidadão ou telefone celular, e mais fraco do que o campo magnético de pórticos detectores de metais de segurança, como os utilizados em aeroportos e bancos.

Porque todo ano, centenas de milhões de pessoas são expostas ao campo de portais detectores de metais, as agências governamentais envolvidas realizaram uma série de pesquisas sobre o potencial de interferência em marca-passos. 

Ao longo dos anos tem havido, talvez, um ou dois relatos de um breve mau funcionamento que não resultou em qualquer dano grave para o "detectado". Devido à não haver qualquer garantia absoluta de que não haverá tal interferência, é costume haver um aviso, orientando que detectores estão sendo usados e aconselhando os "detectados" que estejam usando, ou que tenham implantado dispositivos médicos eletrônicos, que podem ser vistoriados sem passar pelo portal de detecção.

Os fabricantes de marca-passos os projetam de forma que sejam resistentes a interferência de campos eletromagnéticos. Uma preocupação óbvia para os fabricantes de marca-passos e outros dispositivos médicos ​​e eletrônicos vestíveis ou implantáveis, são os campos eletromagnéticos de pórticos detectores de metal.

Os marca-passos e a maioria dos outros dispositivos médicos eletrônicos exigem a aprovação do FDA, e a confiabilidade e a segurança são os critérios que devem ser atendidos para receber essa aprovação. No entanto, o fundo da questão é que não temos nenhum controle sobre como os marca-passos são projetados e fabricados e, portanto, não temos nenhuma certeza absoluta do que eles vão ou não fazer.

O campo magnético de um detector de metal tipo hobby está concentrado a poucos centímetros da bobina de pesquisa. É provável que a maioria dos dispositivos médicos continuarão a funcionar corretamente com a bobina colocada ao lado deles.

Se houver um mau funcionamento é pouco provável que haja algum dano: a operação normal seria restaurada uma vez que a bobina de pesquisa seja afastada do dispositivo

Apesar disso, o bom senso dita que uma pessoa com um dispositivo médico eletrônico implantado ou vestível não deve aproximar a bobina de pesquisa deste dispositivo. 
Isto, obviamente, não é algo que uma pessoa faria normalmente. "

Por Dave Johnson
Projetista Chefe, First Texas Products e Fisher Research Labs

sábado, 28 de março de 2015

Caçada em 27/Março - Emplaquei!

Pois é... desta vez emplaquei!


Emplaquei a placa deste carro, que deve ter ido fazer alguma estrepolia na praia e que acabou desemplacado.



Em Santos a entrada e circulação de veículos na praia é proibida, e esse cara certamente estava fazendo algo errado, não é?
Senão, quem iria levar uma placa para brincar na areia?

Também consegui outro soldadinho miniatura para fazer par com o que achei na outra caçada do dia 23/Março.

No mais só peguei muito lixo. Menos mal... um pouco menos de entulho em nossas areias.

Quanto às moedinhas, uns 2 reais, e umas moedas de 5 centavos bem detonadas, que vão pro lixo.
Também achei 1 Cent de dolar americano.  O gringo não podia ter perdido algo melhor?

A propósito, consultando a placa no aplicativo do Sinesp, consta que o veículo é um imponente Ford Edge V6 de 2013... 
Se vc é o proprietário, entre em contato que terei prazer em VENDER a placa pra você! 
A não ser que vc tenha uma boa desculpa para ter deixado sua placa lá.



quarta-feira, 25 de março de 2015

Calculadora de Ouro


Não... não é uma calculadora feita de ouro puro.




Mas é um site de um comprador de ouro, sediado em Sorocaba/SP, que oferece uma calculadora on line para cotação de venda.

A ideia é que possamos vender ouro ou prata, seja em barras, moedas ou jóias em bom ou mau estado, em transações feitas pela internet.

E isso pode ser uma mão na roda para quem precisa avaliar e vender rápido, sem precisar sair de casa.

Se souber qual o quilate do metal e o seu peso, é só colocar os dados na calculadora que ela já te dá o valor a receber.

O legal é que a cotação é atualizada diariamente de acordo com as cotas publicadas na bolsa de mercados e futuros (BMF).

O uso da calculadora é livre e gratuito.





ATENÇÃO: 

Não estou fazendo propaganda, nem recomendando que você venda para eles. 
Mesmo porque eu nunca fiz qualquer transação dessas e muito menos com este site, 
e de forma alguma eu teria como sugerir ou aconselhar isso.  
Portanto, realize transações por sua conta e risco, e não me venha com chorumelas.


Estou divulgando a calculadora porque achei bastante inovador em termos de negócio.  E o que é legal e inovador podemos compartilhar, não é?

Vi outras calculadoras, mas somente de sites fora do Brasil.


O site é o ComproOuro18K



segunda-feira, 23 de março de 2015

Caçada em 23/Março - Detector preguiçoso


Se tem dias em que não se acha nada, então estou vivenciando-os plenamente...

Hoje nem os lacres queriam aparecer. Parecia que o detector estava sem vontade de achar nada, com uma preguiça de apitar que dava até dó.

Pensei até que estava com algum defeito, ou que a praia tinha sido inexplicavelmente limpa.

Depois de 3 horas, tudo que ele se dignou a apitar foi isso:



Umas moeditas, um molho de chaves, duas argolas, um gancho enferrujado e um bonequinho de metal. Acho que um pequeno mosqueteiro ou bandeirante.

Hoje tentei ir defronte à ilha de Urubuqueçaba, na divisa Santos/São Vicente.

A ilha é um oásis semi-virgem em meio à ocupação urbana. 
Localizada a somente 100 metros da faixa de arrebentação, ainda na praia do José Menino, a ilha permanece praticamente intocada, apesar de terem havido vários projetos de ocupação, nunca conseguiram ir adiante.




Urubuqueçaba (ou também Urubuquiçaba), significa local de pouso dos urubus. E realmente há muitos urubus na ilhota. Dizem que há cobras também, mas nunca tive a chance de ir lá para conferir.

É bem perigoso, pela estrutura rochosa e mata fechada.  
Apesar de que, em raras ocasiões, a maré fica baixa o suficiente para exibir uma faixa de areia que convida a ida até lá, o caminho se fecha rapidamente e isola os incautos visitantes que ficam sem ter como sair.  

O encontro das ondas forma um jogo perigoso de águas traiçoeiras.



Achei que neste pedaço haveria chance de encontrar algo especial, mas qual... encontrei pouquíssimas coisas.

Mas sou brasileiro e não desisto nunca!  Dias ruins não vão me derrubar.









sábado, 21 de março de 2015

Fazendo um Pinpointer Digital de Baixo Custo

Como montar um Pinpointer BBB - Bom, Bonito e Barato


Bem, nem tão bom, nem tão bonito ou ergonômico, mas pelo menos, barato! E digital!



Eu estava louco por um pinpointer!
Mas os preços não estavam ajudando, e eu estou com o Economy Mode em ON! rsrsrrs

Pensei em comprar um modelo mais em conta como o TX-2002, o Cen-tech ou o Bounty Hunter, todos entre 20 e 30 dólares na Amazon.com.


TX-2002
Cen-Tech
Bounty Hunter

A opção óbvia, o Bounty Hunter, recebeu péssimas recomendações. O próprio vendedor disse que é um pedaço de lixo inútil!

Ví alguns vídeos e gostei do Cen-Tech! Mas os vendedores não entregavam no Brasil, e o frete do único que enviava era o triplo do preço do aparelho. Sem chance....

Até que me ocorreu que existem detectores utilizados em construção, para detectar pregos, canos e fiação elétrica. Quem sabe um desses não serviria para um belo DIY Mod!

Achei esse aqui no Mercado Livre por apenas R$ 68,00. Grandes possibilidades!!!! \o/ \o/




Bem, é um modelo chinês importado pela empresa EDA e vendido sob o código 8yx.  Vi um vídeo da utilização e achei que tinha um boa chance de dar certo.

Comprei-o-o!  E com os 13 reais de frete, o custo foi a R$ 81,00.


Assim que chegou já parti para destruí-lo!  Ou re-construí-lo....


O resultado final eu mostro nesse vídeo abaixo.

Quer saber como fazer? Veja a minha página neste link: CLIQUE AQUI!





sábado, 14 de março de 2015

Caçada 13/Março


Mais um dia de lixo recolhido.  Perdi a hora da maré baixa, e com a maré subindo fica impossível atuar na faixa de depósito.

Amanhã é outro dia, baby!  Um dia da calça e outro do calçador.



Hoje achei umas moedinhas e as merdas de lacres tradicionais.

De interessante, um carrinho HotWheels e um arco e flecha que representa Oxóssi que deve ter vindo de alguma oferenda.

Alguns podem ficar horrorizados ou amedrontados por eu ter recolhido isso. Bem, eu sou espírita e sei que os espíritos não se importarão com isso pois é apenas matéria. O que um espírito faria com um treco desses no mundo espiritual?  Nada!
De qualquer forma, é só pedir desculpas por pegar, pois alguém pode pisar naquilo e se machucar feio.

Segundo o Wikipedia: Oxóssi (no candomblé, mas oxósse no omolocô) é o orixá da caça, florestas, dos animais, da fartura, do sustento. Está nas refeições, pois é quem provê o alimento. É a ligeireza, a astúcia, a sabedoria, o jeito ardiloso para capturar a caça. É um orixá de contemplação, amante das artes e das coisas belas. É o caçador de axé, aquele que busca as coisas boas para um ilé, aquele que caça as boas influências e as energias positivas.

Hummm... acho até que tem uma mensagem oculta nesse objeto!  Fiquei feliz pelo significado.

Quanto ao carrinho, um Chevy 69 Custom, ele já viu dias melhores....




Até a próxima!


quinta-feira, 12 de março de 2015

Caçada em 12/Março

O tempo hoje não ajudava, mas decidi arriscar.

No fim rendeu 1 hora e meia de rastreamento no José Menino antes de começar a chover.  Não sossego enquanto não esgotar essa faixa de praia, hehehe




Mais um relógio de surfista quebrado, lacres, tampinhas, uns parafusões e pregos enferrujados, uma porca e arruelas, uns foils, uma aliancinha de bijux e quase 4 reais...


Pelo menos matei minha vontade reprimida.


Até a próxima!